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Uma porta aberta à cutura

A Casa de Artes e Cultura do Tejo assume-se como um polo dinamizador da atividade artística desenvolvida no concelho, conciliando diferentes valências que se encontram ao serviço do movimento associativo e da população.

Este equipamento permite a realização de eventos culturais e artísticos como cinema, teatro, dança, exposições e concertos de música,em diferentes espaços especialmente concebidos para o efeito, destacando-se a funcionalidade, o conforto e a estética agradável.

Foi deliberadamente procurada uma imagem de sobriedade, por um lado, mas de grande modernidade, por outro, preconizando-se materiais nobres e ancestrais, como a pedra de xisto da região aparelhada da forma tradicional ou a madeira, aliados a materiais que introduzem claramente uma imagem mais futurista, como o zinco à cor antracite ou os metais e grelhas de cor escura, intercalados com grandes envidraçados, procurando criar efeitos cenográficos, consentâneos com o programa a implementar.

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A programação cultural da Casa de Artes e Cultura do Tejo privilegia, claramente, a opção pela diversidade, assente em critérios de qualidade e sustentabilidade financeira, sem prejuízo para o equilíbrio de cada programação mensal.

Na composição da Casa de Artes e Cultura do Tejo procurou-se encerrar lateralmente o edifício, mantendo apenas a fenestração necessária à iluminação dos compartimentos periféricos, enfatizando a relação visual com o rio Tejo através de grandes envidraçados virados a Sul.

Esta intenção é particularmente sentida em três espaços do edifício. No auditório, cujo palco termina numa vasta parede de vidro, permitindo aos espectadores de um evento que o Tejo seja o pano de fundo; nas salas polivalentes, que possuem também uma grande abertura a Sul, para futuras zonas ajardinadas.

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Auditório

Em termos programáticos, o edifício é composto por um auditório multiusos com cerca de 220 lugares, dotado de palco, instalações para artistas e cabinas de projecção e de som/tradução, salas polivalentes separadas por painéis recolhíveis e associáveis entre si, cafetaria com esplanada e todas as instalações complementares. Está devidamente pensado para acolher utentes com mobilidade reduzida.

Dispõe de duas entradas para o público, a principal a partir da praça, por onde se processa o acesso a todos os espaços de índole cultural, e uma entrada mais informal que serve apenas a cafetaria, que poderá assim ter um funcionamento independente. Estão também previstos acessos de serviço ao palco e aos camarins.

O edifício organiza-se de modo a optimizar as relações entre os diversos compartimentos, em termos de funcionalidade e economia, privilegiando a qualidade dos espaços interiores, nomeadamente através de relações cénicas entre pisos, com variações de escala de pé-direito, procurando atingir alguma complexidade volumétrica, assente em soluções simples e económicas em planta.

O Tejo é assim o motivo principal do edifício, que lhe presta homenagem e tributo. A pedra de xisto da região aparelhada da forma tradicional ou a madeira, aliados a materiais que introduzem claramente uma imagem mais futurista, como o zinco à cor antracite ou os metais e grelhas de cor escura, intercalados com grandes envidraçados, procurando criar efeitos cenográficos, consentâneos com o programa a implementar.