Motonáutica: Ródão foi anfitriã da final do Campeonato do Mundo de F2

Vila Velha de Ródão foi pela segunda vez a anfitriã duma final do Campeonato do Mundo de Motonáutica F2, uma prova organizada pela Federação Portuguesa de Motonáutica, com o apoio do Município de Vila Velha de Ródão, e na qual o piloto português Duarte Benavente perdeu para Rashed Al Qemzi o título de campeão do mundo.

Com 18 pilotos inscritos, oriundos de 12 nacionalidades diferentes, a prova decorreu no dia 17 de outubro e trouxe bastante público às margens do cais fluvial de Vila Velha de Ródão, na expetativa de ver o piloto português revalidar o título de campeão do mundo, obtido em Ródão o ano passado.

Apesar da segunda posição alcançada na partida e no final desta etapa, Duarte Benavente não conseguiu reduzir a vantagem que o separava do piloto dos Emiratos Árabes Unidos, Rashed Al Qemzi, que completou as 45 voltas do circuito em 36 minutos e oito segundos, menos 8.686 segundos do que o piloto português, e garantiu assim a conquista do título de campeão do mundo.

Em segundo lugar no pódio do campeonato de 2021 ficou o piloto lituano Edgaras Riabko, já que, apesar de apenas ter alcançado o 8.º lugar nesta etapa, havia vencido a primeira prova da competição, que teve lugar na sua terra natal, o que deixou a Duarte Benavente o terceiro lugar do pódio.

Satisfeito com a forma como decorreu a prova de Vila Velha de Ródão, o presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica, Paulo Ferreira, destacou “a beleza do cenário, o fantástico plano de água, as excelentes condições para que o público possa assistir e a forma calorosa como somos recebidos e que fazem deste um local ideal para a realização destes eventos”.

Também o presidente do Município de Vila Velha de Ródão traçou um balanço muito positivo acerca da realização desta prova no concelho. “Trata-se de um evento que dá a conhecer o nosso território a novos públicos, tem uma enorme capacidade de projetar internacionalmente esta região e o país e é um reflexo da aposta que temos feito nos últimos anos no aproveitamento do rio Tejo para a prática de desportos náuticos”, concluiu Luís Pereira.

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